A Rota não é uma competição, nem um evento esportivo. É uma experiência de reconexão humana criada para quem sente que precisa desacelerar.
Aqui, trocamos a pressa pela presença e o barulho pelo silêncio. É uma jornada física e simbólica onde cada passo ajuda a organizar o que está dentro, sem cobranças de performance e sem julgamentos.
O corpo caminha enquanto a mente descansa. Um percurso leve, feito para sentir o chão e a natureza, sem pressa de chegar.
Momentos guiados para desligar o ruído externo e conseguir, finalmente, ouvir a sua própria voz.
Não existe “ficar para trás”. Cada participante vive o processo no seu tempo, com total acolhimento.
O alívio de organizar os pensamentos e enxergar o próximo passo.
A volta da intimidade consigo mesmo e a sensação de estar presente no agora.
A certeza de ter vivido uma experiência que divide a vida em antes e depois.
A Rota do Despertar nasceu da certeza de que somos mais do que a nossa produtividade. Idealizada por Diego Rodriguez , esta vivência une a experiência em Técnicas de Libertação Emocional com o propósito de criar espaços seguros para a vulnerabilidade e o fortalecimento humano.
Meu papel não é ditar o caminho, mas caminhar ao seu lado enquanto você redescobre o seu.
Eu achava que precisava de férias para dormir, mas descobri que precisava da Rota para acordar. O silêncio que encontrei aqui não foi a ausência de barulho, foi o reencontro com a minha própria voz. Voltei para casa com uma leveza que não sentia há anos.
Meu maior medo era não aguentar o ritmo físico, pois não sou atleta. Mas a Rota não é sobre chegar primeiro. O grupo me acolheu e entendi que caminhar devagar também é caminhar. Foi a experiência mais humana que já vivi.
Cheguei com a cabeça cheia de dúvidas sobre o meu futuro e o coração acelerado pela ansiedade. A cada passo na estrada, parecia que eu deixava um peso para trás. A Rota me deu a clareza que nenhuma terapia de consultório tinha conseguido me dar até hoje.
No meu trabalho, sou cobrado por performance o tempo todo. Na Rota, fui convidado a apenas 'ser'. Desacelerar não é fácil, mas é necessário. Foi um marco na minha vida: existe um eu antes e um eu depois dessa jornada.
Fui em busca de fugir da rotina e encontrei um caminho de volta para mim mesma. A organização, o cuidado e a sensibilidade de toda a experiência me fizeram sentir segura para baixar a guarda e realmente sentir. É transformador.
Não. A Rota não é uma competição e não exige alta performance. O trajeto é pensado para ser vivenciado por pessoas comuns. O objetivo é desacelerar a mente, e não testar os limites do corpo. Você caminhará no seu próprio ritmo, com pausas e respeito ao seu tempo.
Sim, você pode (e deve) vir sozinho(a) se sentir vontade. Grande parte dos participantes vem desacompanhada justamente para viver essa imersão pessoal. O ambiente é seguro, acolhedor e, embora o processo seja individual, você nunca estará desamparado.
Não. A Rota é uma experiência humana e espiritual, no sentido de busca por propósito e reconexão, mas não é religiosa nem dogmática. Pessoas de todas as crenças (ou sem crença alguma) são bem-vindas e encontrarão espaço para suas próprias reflexões.
Não se preocupe. Temos uma estrutura de apoio acompanhando todo o trajeto. Se em algum momento o corpo pedir para parar, você será acolhido e terá suporte. A Rota é sobre cuidar de si mesmo, não sobre sofrimento ou esforço excessivo.
A Rota tem um forte efeito terapêutico devido ao silêncio, à natureza e às dinâmicas propostas, mas ela não substitui o acompanhamento clínico com psicólogos ou psiquiatras. Ela é uma ferramenta poderosa de alívio mental, clareza e fortalecimento emocional.
O essencial é estar com roupas e calçados confortáveis (já amaciados) e o coração aberto. Após a inscrição, enviaremos um guia simples e prático com sugestões do que levar na mochila para que você esteja leve e bem preparado(a).